Arluce au pays des merveilles
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Gravura em Metal no IA
E hoje tem abertura da exposição Gravura em Metal no Instituto de Artes da Unesp, a partir das 17 hs.
Um grupo de alunos reuniu-se para organizar, montar e produzir essa Mostra que tem como objetivo compartilhar o que está sendo produzido pelos alunos de Artes Visuais na técnica de gravura em metal.
Na abertura apresentação do trio Unesp de Violões.
Vale a pena conferir.
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
Que artista plástico sou eu?
Em comemoração ao dia do artista plástico, comemorado no dia 8 de Maio em homenagem a data de nascimento do grande pintor Brasileiro Almeida Júnior, o crítico de arte Oscar d'Ambrósio em parceria com a Unesp/Bauru convocou artistas de todo o país e exterior a participarem de um painel temático "Que artista plástico sou eu" e que já pode ser visitado na Reitoria da Unesp, Centro de São Paulo, até o dia 24 de Maio quando encerra a Mostra.
No dia do encerramento da exposição, haverá um sorteio e cada pessoa que colaborou com o painel levará um trabalho para casa, recuperando a função social do artista plástico: a de chegar à residência das pessoas.
Diversas técnicas foram apresentadas para sintetizar em uma imagem o que move um artista plástico no seu fazer artístico.
Participo com uma monotipia " Da flor do maracujá". Maracujá (do tupi mara kuya, "fruto que se serve" ou "alimento na cuia"),tem uma flor extremamente ornamental que é considerada como a flor da paixão.
Porque?
Porque meu trabalho independente da técnica ou suporte escolhido tem uma relação direta com as formas orgânicas,sendo quase sempre este um ponto de partida para a abstração formal ou mesmo gráfica, formas e texturas da natureza sempre foram minha paixão para começar algo. A exploração de novos suportes, no caso o CD (sim aquele de música) que foi usado para a monotipia assim como a gaze, uma nova forma de uso, são recorrentes na minha pesquisa de uma linguagem própria e a forma circular anda muito presente nessa última fase de produção. Além claro da minha paixão declarada pelo PAPEL.
Aqui está a imagem que escolhi como meu auto-retrato para o painel "Que artista plástico sou eu".
E o público também participa desse imenso painel coletivo, acessando o site da Exposição e votando em sua obra preferida. O criador do trabalho escolhido pelos internautas receberá um livro de arte, e, para todos os votantes, haverá um sorteio de outro exemplar na área de artes plásticas. Cada voto de cada e-mail será computado apenas uma vez para a escolha do artista e para o sorteio.
Boa sorte a todos que participaram e votaram!
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Mapa de Influências
Abre amanhã a partir das 15 hs na Oficina Cultural Oswald de Andrade a exposição Mapa de Influências onde participo com um conjunto de oito monotipias.
O projeto idealizado pelas artistas Maria Regina Pinto e Maura de Andrade foi premiado pela Programa Rede Nacional Funarte (Artes Visuais 8ª edição) e tem como objetivo reunir um material gráfico concentrando-se na produção atual de alguns artistas na gravura em quatro estados do Brasil: São Paulo – SP, Rio de Janeiro- RJ, Recife – PE e Porto Alegre – RS.
Cada ateliê irá selecionar e convidar artistas de sua cidade para realizarem uma gravura em um suporte do tamanho A4 com uma tiragem de oito cópias, que farão parte de caixas de gravuras representando a produção regional.
Para maiores informações sobre o projeto visite Mapa de Influências
Mapa de Influências, Um olhar na gravura Brasileira
Abertura – dia 05/05 às 15h
05/05 a 08/06 – segunda a sexta-feira – 9h às 21h30 | sábado – 10h às 17h30.
Encontro com artistas – dia 10/05 às 18h30.
Oficina Cultural Oswald de Andrade
Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – Cep: 01123-001 São Paulo – SP (11) 3221-5558 / 3222-2662
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Mani-Oca
A cultura indígena está presente em muitos dos nossos hábitos e ações diárias, entre eles estão comidas do dia a dia, expressões idiomáticas, nomes de ruas, praças avenidas (Moema, Ibirapuera, Tuim, Pacaembu, etc) e o hábito do banho diário entre tantos(esse um hábito presente até hoje e considerado uma das heranças culturais dos povos indígenas mais marcantes na Cultura Brasileira).
E para lembrar do nosso passado indígena, escolhi uma entre muitas lendas da Amazônia que conta sobre o aparecimento de um alimento que até hoje está presente quase que diariamente em nossas mesas, sob muitas formas.
"Conta-se que uma índia teve uma linda filhinha chamada Mani. A menina era muito bonita e de pele bem clara. Era amada por todos. Após um ano de vida, a pequena ficou doente. Mani parecia esconder um mistério, era uma menina muito diferente do restante das crianças, vivia sorrindo e transmitindo alegria para as pessoas da tribo. Uma bela manhã, a criança não conseguiu se levantar da rede. Toda a tribo ficou alvoroçada. A notícia chegou aos ouvidos do pajé, e este foi até a oca da família de Mani e deu ervas e bebidas à menina. Foi feito de tudo para salvá-la. Mesmo assim, nem as rezas do pajé, nem os segredos da mata virgem, nem as águas profundas e muito menos a banha de animais raros puderam evitar a morte de Mani. A menina morreu com um longo sorriso no rosto. Os pais resolveram enterrá-la na própria oca onde moravam, pois isso era costume dos índios tupis. Regaram sua cova com água, mas também com muitas lágrimas devido à saudade.
No local em que ela foi enterrada, nasceu uma bonita planta. Era escura por fora e branquinha por dentro, lembrando a cor da falecida Mani. A mãe chamou o arbusto de maniva, em homenagem à filha. Os índios passaram a utilizar a tal planta para fabricar farinha e cauim, uma bebida de gosto forte. A planta ficou conhecida então como mandioca, mistura de Mani e oca (casa de índio). Por ser tão útil, tornou-se um símbolo de alegria e abundância para os índios – das folhas às raízes"
Fonte: Klick educação
E para lembrar do nosso passado indígena, escolhi uma entre muitas lendas da Amazônia que conta sobre o aparecimento de um alimento que até hoje está presente quase que diariamente em nossas mesas, sob muitas formas.
"Conta-se que uma índia teve uma linda filhinha chamada Mani. A menina era muito bonita e de pele bem clara. Era amada por todos. Após um ano de vida, a pequena ficou doente. Mani parecia esconder um mistério, era uma menina muito diferente do restante das crianças, vivia sorrindo e transmitindo alegria para as pessoas da tribo. Uma bela manhã, a criança não conseguiu se levantar da rede. Toda a tribo ficou alvoroçada. A notícia chegou aos ouvidos do pajé, e este foi até a oca da família de Mani e deu ervas e bebidas à menina. Foi feito de tudo para salvá-la. Mesmo assim, nem as rezas do pajé, nem os segredos da mata virgem, nem as águas profundas e muito menos a banha de animais raros puderam evitar a morte de Mani. A menina morreu com um longo sorriso no rosto. Os pais resolveram enterrá-la na própria oca onde moravam, pois isso era costume dos índios tupis. Regaram sua cova com água, mas também com muitas lágrimas devido à saudade.
No local em que ela foi enterrada, nasceu uma bonita planta. Era escura por fora e branquinha por dentro, lembrando a cor da falecida Mani. A mãe chamou o arbusto de maniva, em homenagem à filha. Os índios passaram a utilizar a tal planta para fabricar farinha e cauim, uma bebida de gosto forte. A planta ficou conhecida então como mandioca, mistura de Mani e oca (casa de índio). Por ser tão útil, tornou-se um símbolo de alegria e abundância para os índios – das folhas às raízes"
Fonte: Klick educação
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Miksang, the True perception
*Reprodução proibida. © Todos os direitos reservados.
*Reprodução proibida. © Todos os direitos reservados.
*Reprodução proibida. © Todos os direitos reservados.

*Reprodução proibida. © Todos os direitos reservados.
Miksang é um termo Tibetano e significa algo como "bom olho" e está baseado no Dharma Art. É o nível mais básico na fotografia pois você não precisa ter profundos conhecimentos basta registrar com sua máquina como seus olhos são atraídos por determinados objetos ou cenas do seu cotidiano.
As imagens capturadas oferecem ao expectador uma visão particular do estado original da mente do fotógrafo e por isso é também conhecida como fotografia contemplativa (os seus olhos registram o que a sua mente contempla).
Mesmo para os mais experientes vale a pena se despir de conhecimentos prévios e se lançar nessa fascinante Arte que é o Miksang.
E então, você está disposto a se expor?
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Fotos de Vi-Vendo Vila Mariana

A abertura da exposição Vi-Vendo a Vila Mariana foi um sucesso. Fotos lindíssimas nos painéis,clima alto astral, amigos, convidados, parentes..tinha até gato, cachorro e passarinho (presentes em algumas fotos).
A exposição pode ser visitada sempre aos sábados, das 14 às 19 hs no Museu Lasar Segall.
Aqui alguns registros pelos artistas expositores Isabel Pochini, Márcia Bulle e Luis Eustáquio.
Agradeço a todos que compareceram, até a próxima!
terça-feira, 27 de março de 2012
Vi-Vendo Vila Mariana

Olá amigos, dia 31 de Março, próximo sábado, abre a exposição Vi-Vendo Vila Mariana no Museu Lasar Segall a partir das 14:00hs.
Essa exposição é uma mostra do curso Oficinas Temáticas que acontece toda quinta-feira no Museu. O Objetivo desse curso é dar continuidade ao Curso Básico de Fotografia onde os fotógrafos vão para as ruas aplicar os conhecimentos do primeiro módulo.
Com curadoria de Vera Albuquerque, 12 fotógrafos com suas 110 fotos mostrarão seus registros da Vila: de portas a portões, passando por aterros, pontos conhecidos, prédios históricos e até vistas panorâmicas a exposição promete dar ao visitante um pouquinho do que foi e é a Vila Mariana.
Vi-Vendo Vila Mariana é o registro de um bairro que vive se reinventando.
Não perca essa oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a Vila.
Um abraço e até lá.
Fotógrafos participantes:
Isabel Pochini
Isabel Freitas
Luís Eustáquio Coelho
Fro
Paula Bucheri
Márcia Bulle
Arluce Gurjão
Roberto T. Araki
Bárbara Clemente
Patrícia Mattos
Naava
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